sábado, 10 de dezembro de 2016

CONSELHO A UM DISCÍPULO


“Desenvolva uma atitude mental e psíquica mais relaxada para com seus deveres e serviços. Continue a servir como você naturalmente faz, mas seja você mesmo mais e mais plenamente, e pare de tentar ser o que você pensa que as outras pessoas querem de você. Mentalmente, você poderia repetir uma afirmação simples como:

Sou internamente feliz.
Estou em paz.
Sou um ser puro,
Imortal com brilho próprio.

Acentue o pensamento e faça surgir a disposição de felicidade interior, até mesmo chegando ao júbilo. Esse, talvez, seja o melhor antídoto para as tensões atuais quase inevitáveis e as demandas que as causam. Então, realmente solte-se interiormente, desenvolvendo o estado mental paradoxal de despreocupação, mesmo quando atendendo aos deveres.”

(Luz do Santuário, O Diário Oculto de Geoffrey Hodson)

sexta-feira, 9 de dezembro de 2016

HOMEM PERFEITO


“Assim como aquele que deseja tornar-se músico, deveria ouvir as obras-primas dessa arte e mergulhar nas melodias dos grandes mestres da música, deveríamos nós, filhos da humanidade, erguer nossos olhos e nossos corações, em contemplação constantemente renovada, para as montanhas onde habitam os Homens Perfeitos da
nossa raça. O que nós somos, eles já foram; o que eles são, nós seremos. Todos os filhos dos homens podem fazer o que um Filho do Homem já fez, e vemos neles a garantia do nosso próprio triunfo; o desenvolvimento de semelhante divindade em nós é apenas uma questão de evolução.”

( Os Mestres, Annie Besant)

quinta-feira, 8 de dezembro de 2016

MEDITAÇÃO


“O homem, a fim de escapar de seus conflitos, inventou muitas formas de meditação. Estas, baseadas no desejo, na vontade e no ímpeto para alcançar, implicam em conflito e numa luta para conseguir. Esse esforço consciente e deliberado está dentro dos limites de uma mente condicionada e nele não há liberdade. Todo esforço para meditar é a negação da meditação.
Meditação é o fim do pensamento. Só então há uma dimensão diferente que está além do tempo.”

( J. Krishnamurti, Meditations)

quarta-feira, 7 de dezembro de 2016

NADA HÁ A TEMER


“ O que temos a oferecer à morte? Certamente não é o medo,mas antes uma saudação de boas-vindas, quase como arrumar malas para um feriado após uma vida, na Terra, de experiências corajosas, mas essenciais e valiosas. Alguém escreveu sobre a aproximação da morte:
‘A alma prepara-se para voar como fazem as andorinhas quando percebem a chegada da primavera.’
Pode alguém fazer planos para sua vida depois da morte do corpo? Certamente que sim, pois, como eu acabei de dizer, a lei de causa e efeito age da vida no físico para a do superfísico. Cada um de nós, portanto, está contínua e diariamente preparando sua vida depois da morte com seus pensamentos, motivos, sentimentos, palavras e ações. Se vivermos dignamente, com beleza e altruísmo enquanto na Terra, assegurarmos para nós a medida de felicidade posterior correspondente a tudo isso.”

(Geoffrey Hodson, Através do Portal da Morte, Ed. Teosófica, p.64)

terça-feira, 6 de dezembro de 2016

AUTOCONHECIMENTO


“O Cinco Preceitos de Buda para os seus discípulos leigos ainda são válidos: não matar, não roubar, não mentir, abster-se de conduta sexual imprópria e de consumir substâncias intoxicantes. Essas condições para conhecer a si próprio não se alteraram desde que Buda as ensinou. Nunca irão mudar, pois são parte das grandes leis que governam o universo e guiam a evolução da humanidade.”

(Paul Zwollo, Quem sou eu?, Revista Sophia,n° 64, pg.6)

segunda-feira, 5 de dezembro de 2016

CONSCIÊNCIA TRANQUILA


"O vício da maledicência é fonte abundante de infelicidade, não só pelo fato de criar discórdias sociais, mas também, e principalmente, porque debilita o organismo espiritual e o predispõe para novas enfermidades.
A consciência tranquila de uma benevolência sincera, profunda e universal é a mais segura garantia de uma profunda e imperturbável felicidade."

(Huberto Rohden - O Caminho da Felicidade - Alvorada Editora e Livraria Ltda, p. 40)

domingo, 4 de dezembro de 2016

A PONTE ENTRE A CONSCIÊNCIA INFERIOR E SUPERIOR



"Esta viagem para o interior, ou para cima, como preferirmos descrevê - la,
finalmente chega a um ponto em que é construído o Anthakarana, a ponte entre a consciência inferior e a superior. Diz H. P. Blavastky que a verdadeira mente em nós, que essencialmente é consciência espiritual, não pode entrar em relacionamento direto com a personalidade, exceto através de seu reflexo, a inteligencia comum, inferior. (...)
O Antahkarana, a “ponte”, uma vez formada, permitirá à inteligência transferir-se da mente do pensamento concreto comum para o plano mais elevado, para a mente mais divina. Este é o “Filho de Deus”, o espírito de Cristo em nós."

(Clara M. Codd, A Técnica da Vida Espiritual, Ed. Teosófica, pg 77)

sábado, 3 de dezembro de 2016

DISCERNIMENTO



"Precisas discernir entre o importante e o não importante. Firme como uma rocha no que concerne ao certo e ao errado, cede sempre aos outros em coisas de somenos importância. Pois deves ser sempre amável e bondoso, razoável e conciliador, deixando aos outros a mesma plena liberdade que necessitas para ti mesmo.”

(Krishinamurti, Aos Pés do Mestre, Ed. Teosófica, pg.27)

sexta-feira, 2 de dezembro de 2016

FORMAS-PENSAMENTOS



“As formas-pensamentos estão ligadas ao seu autor por laços que, à falta de melhor expressão, chamaremos magnéticos; e reagindo sobre ele, incitam-no à sua reprodução; e, quando, como no caso supracitado, venham a ser forçadas pela repetição, cria-se geralmente um hábito de pensar bem definido, um verdadeiro hábito adquirido de pensar numa certa direção, cuja resultante é a formação de um mundo característico de pensamentos individuais; benéficos, se provêm de uma natureza elevada (um ideal nobre, por exemplo), mas a maior parte das vezes prejudiciais, em geral, e em particular ao desenvolvimento mental.”

(Annie Besant, Karma, Ed. Pensamento, pg. 14)

quinta-feira, 1 de dezembro de 2016

VIRTUDE E SABEDORIA


"Virtude e sabedoria são coisas sublimes, mas se produzirem orgulho e uma consciência separatista do resto da humanidade, não serão senão a serpente do eu reaparecendo em forma mais refinada. Citando Krishnamurti mais uma vez: 'no momento em que nos sentimos superiores, a espiritualidade deixa de existir.'"

(Clara Codd - As Escolas de Mistérios - Ed. Teosófica, Brasília, 1999 - p. 154)